O projeto transforma uma edificação pré-existente na Rua Oscar Freire, no bairro do Jardim Paulista, para a implantação da primeira loja VEJA no Brasil. A intervenção propõe um encontro radical entre a história exposta do edifício e o modernismo paulistano. Da construção original foram removidos todos os excessos — fechamentos internos, paredes, escadas, forros, divisórias e instalações — remanescentes de décadas de usos e sucessivas configurações. O projeto expressa princípios compartilhados com a marca VEJA: o uso consciente e minimalista dos recursos disponíveis, a transparência dos processos e a verdade dos materiais. A arquitetura revela também camadas da história da urbanização e da dinâmica da cidade de São Paulo, que continuamente se reconstrói sobre si mesma. As lajes dos pavimentos e as paredes laterais remanescentes foram mantidas sem revestimentos, deixando aparentes as marcas do tempo. A torre de concreto do elevador foi descascada, revelando sua forma original. Junto a essa torre implanta-se a nova escada que, assim como os displays de exposição e os balcões de caixa, café e sapataria, é executada em concreto armado aparente, evidenciando o desenho das fôrmas de madeira, em diálogo com a tradição da arquitetura moderna paulistana. O pavimento térreo, ligeiramente rebaixado em relação à calçada, configura um grande espaço aberto onde estão expostas as principais linhas da marca e localizada a sapataria, destinada ao reparo de tênis usados. Próximo à entrada, parte da laje do segundo pavimento foi demolida para criar o pé-direito duplo junto à vitrine. O segundo pavimento se abre para esse vazio, abrigando os tênis de performance e linhas especiais, além das áreas de caixa e estoque. No terceiro piso localizam-se o terraço, um espaço para eventos, a copa de apoio, os banheiros e os vestiários da equipe.
O projeto transforma uma edificação pré-existente na Rua Oscar Freire, no bairro do Jardim Paulista, para a implantação da primeira loja VEJA no Brasil. A intervenção propõe um encontro radical entre a história exposta do edifício e o modernismo paulistano. Da construção original foram removidos todos os excessos — fechamentos internos, paredes, escadas, forros, divisórias e instalações — remanescentes de décadas de usos e sucessivas configurações. O projeto expressa princípios compartilhados com a marca VEJA: o uso consciente e minimalista dos recursos disponíveis, a transparência dos processos e a verdade dos materiais. A arquitetura revela também camadas da história da urbanização e da dinâmica da cidade de São Paulo, que continuamente se reconstrói sobre si mesma. As lajes dos pavimentos e as paredes laterais remanescentes foram mantidas sem revestimentos, deixando aparentes as marcas do tempo. A torre de concreto do elevador foi descascada, revelando sua forma original. Junto a essa torre implanta-se a nova escada que, assim como os displays de exposição e os balcões de caixa, café e sapataria, é executada em concreto armado aparente, evidenciando o desenho das fôrmas de madeira, em diálogo com a tradição da arquitetura moderna paulistana. O pavimento térreo, ligeiramente rebaixado em relação à calçada, configura um grande espaço aberto onde estão expostas as principais linhas da marca e localizada a sapataria, destinada ao reparo de tênis usados. Próximo à entrada, parte da laje do segundo pavimento foi demolida para criar o pé-direito duplo junto à vitrine. O segundo pavimento se abre para esse vazio, abrigando os tênis de performance e linhas especiais, além das áreas de caixa e estoque. No terceiro piso localizam-se o terraço, um espaço para eventos, a copa de apoio, os banheiros e os vestiários da equipe.
PROJETO : VEJA STORE SÃO PAULO
COLABORAÇÃO : LAURA ROSENBUSCH E GREG ROSENBUSCH
EQUIPE VEJA : NATALIA ARAUJO, JADE AYOUL, CAROLINE KRIVANEK, LAURE MESSIAH, NICO REVERSI, SIMON DUDA
PROJETO DE ILUMINAÇÃO: AIRTON PIMENTA – LIGHTWORKS
ARTE EM NEON : KLEBER MATHEUS
GERENCIAMENTO: DOX
CONSTRUÇÃO : SAENG
FOTOS: ESTUDIO PESO