Domo Damo, "a casa do amor" em esperanto, é um projeto motivado pelo afeto . O afeto entre dois amigos e sua paixão pela arte os levaram a encontrar a casa icônica e intocada para transformá-la em residência artística . O afeto trouxe o convite do David para que eu contribuísse criando um pequeno estúdio junto à empena posterior com a finalidade de ser um atelier anexo. O afeto pelo velho mestre pMR e seus ensinamentos me motivou a aceitar imediatamente o desafio e procurar materializar ali parte dos ensinamentos adquiridos nos anos de doce convívio e aprendizado na fau: um anexo que não compete, não imita e nem contrasta. Que quer deixar claro que é uma construção temporária, quase descartável, mas que ao mesmo tempo é funcional, incisiva e expressiva, na sua discrição. O diálogo com a casa principal, obra prima e alma mater se dá pela simplicidade formal, pelas tábuas impressas nas fôrmas de concreto que ressurgem aqui como matéria das paredes, pelas aberturas zenitais que enchem o objeto de luz, e pela calha/viga central que sustenta a cobertura, numa referência/reverência à casa principal. Apoiada delicadamente sobre a mureta ao fundo do jardim, o volume aparece quase sem querer para o visitante que chega à entrada da construção , avisando que tem algo ali atrás para ser desvendado. Há dois anos esse pequeno gesto arquitetônico vem sendo atelier para jovens artistas fantásticos, servindo afetuosamente à função para qual foi construído. “Como quem diz”: Um gesto de amor e retribuição.
Domo Damo, "a casa do amor" em esperanto, é um projeto motivado pelo afeto . O afeto entre dois amigos e sua paixão pela arte os levaram a encontrar a casa icônica e intocada para transformá-la em residência artística . O afeto trouxe o convite do David para que eu contribuísse criando um pequeno estúdio junto à empena posterior com a finalidade de ser um atelier anexo. O afeto pelo velho mestre pMR e seus ensinamentos me motivou a aceitar imediatamente o desafio e procurar materializar ali parte dos ensinamentos adquiridos nos anos de doce convívio e aprendizado na fau: um anexo que não compete, não imita e nem contrasta. Que quer deixar claro que é uma construção temporária, quase descartável, mas que ao mesmo tempo é funcional, incisiva e expressiva, na sua discrição. O diálogo com a casa principal, obra prima e alma mater se dá pela simplicidade formal, pelas tábuas impressas nas fôrmas de concreto que ressurgem aqui como matéria das paredes, pelas aberturas zenitais que enchem o objeto de luz, e pela calha/viga central que sustenta a cobertura, numa referência/reverência à casa principal. Apoiada delicadamente sobre a mureta ao fundo do jardim, o volume aparece quase sem querer para o visitante que chega à entrada da construção , avisando que tem algo ali atrás para ser desvendado. Há dois anos esse pequeno gesto arquitetônico vem sendo atelier para jovens artistas fantásticos, servindo afetuosamente à função para qual foi construído. “Como quem diz”: Um gesto de amor e retribuição.
PROJETO : ROBERTO SOMLO
EQUIPE : OMAR PORTO
CONSTRUÇÃO: ROBERTO MACHADO FALLEIROS
IDEALIZAÇÃO : DAVID LALOUM E BENJAMIN TRIGANO